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Sai
Shōgun | Tōketsu
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MensagemAssunto: • Sinópse •   Sex Nov 18, 2016 7:17 pm



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Em uma era bastante obscura da Era Meiji, os Samurais enfrentavam guerras e mais guerras, todos com um objetivo em comum, proteger e lutar pelo Imperador Meiji. Mas o pior de tudo, eram as rebeliões que samurais executavam, uns criavam grupos por si próprios outros apenas se juntavam ou vagueavam sozinhos, procuravam se tornar fortes, o mais forte. Uns eram fieis a vilas, outros a si mesmos. Mas no geral, todos procuravam um objetivo em comum, todos queriam ser reconhecidos e fazer um nome para ele próprio. Uns apenas vagueavam pelo mundo, desafiando os mais fortes e outros apenas esperavam ser desafiados.

Tokyo, era a cidade em que todos se abrigavam, era o local em que o Imperador Meiji vivia era aquele local considerado o mais seguro do Japão. As pessoas tentavam se abrigar lá, tinham alguns Samurais lá, protegendo o Imperador, porem existiam rumores que o numero de samurais refugiados superava em muito o numero de samurais protetores e fieis ao Imperador, isso fazia com que as pessoas tremessem de medo sempre que paravam para pensar no caso, até mesmo o Imperador sentia medo de ser invadido e que o Japão deixa-se de ser o Japão que ele conhecia, a sua morte podia chegar nesse dia. Era um dia temido, mas ele chegaria.

Meiji, o imperador do Japão, certo dia pedia às suas tropas para reforçarem a segurança na cidade principal do país, alguns se revoltaram, mas era inutil. Meiji retirou toda a segurança das pequenas vilas que existiam e de outras cidades inferiores. Toda a segurança do Japão, estava agora concentrada em Tokyo. Meiji apenas queria se proteger, porem isso criou uma enorme abertura para os Rōnins, os samurais renegados ou samurais vagabundos. Quando as tropas do Imperador vieram para o Tokyo, Rōnins vieram também, disfarçados de meros samurais que apenas serviam ao tirado do Imperador.

Este Imperador era um tirano, não se importava com ninguém, apenas consigo mesmo. Procurava sempre ganhar e ganhar cada vez mais dinheiro, os samurais que lhe eram fiéis, apenas o continuavam a ser porque precisavam de alimentar a sua familia. Eram contra todos os principios do Imperador, mas um homem coloca sempre a sua familia à frente de tudo, então apenas continuaram a seguir ordens sem contestar nada. Essas ordens era desde saquear pobres vilas a raptar garotas que haviam tido sua primeira menstruação, tudo para entregar ao Imperador, com os saques de valor o Imperador apenas satisfazia a sua ganância e com as jovens ele apenas satisfazia seus fetiches, ele queria sempre garotas virgens e aqueles que tivessem idade e não fossem virgens, ele apenas as sentenciava à morte. Meiji era gananciso, egoísta, frio e principalmente, era ignorante.

Os Rōnins que caminhavam disfarçados por Tokyo, procuravam se aproximar de Meiji, o queriam assassinar e acabar com a tirania, porem eles sabiam que se simplesmente atacassem eles apenas iriam morrer no caminho. Eles precisavam de ganhar confiança e se tornarem importantes para o Imperador, eles sabiam que isso iria demorar bastante tempo e eles não o possuiam. Uma invasão, apenas iria causar a morte de centenas de samurais, de ambas as partes. Mas Meiji iria ganhar, apenas pelo simples fato de Tokyo possuir muralhas erguidas sobre ela, samurais com arco e flecha poderiam destruir quase toda a força de samurais revolucionários sem sequer derramarem uma gota de sangue.

O tirano se tornava cada vez mais e mais ganancioso, os seus protetores duvidavam de sua lealdade, porem eles não poderiam fazer nada. Cada um deles sentia que se levantassem um dedo contra Meiji, eles seriam mortos... ou pior. Eles não se atraviam a falar para ninguém o que sentiam. Eles apenas não sabiam que não estavam sozinhos no pensamento e certamente estariam acompanhados no ato. Esperavam a hora certa e um sinal, um sinal de que se atentassem contra a vida de Meiji eles iriam sobreviver, que não estariam sozinhos seria mais que o suficiente. Todos eles escondiam suas filhas na altura em que estavam prestes a se tornarem mulheres, alguns apenas as mandavam embora, fazendo com que saissem de Tokyo, eles sabiam que uma vida fora de Tokyo era melhor que uma vida a ser escrava do Imperador.

Um mês se passou desde que os espiões estavam dentro da cidade, eles sabiam que algo estava errado e pelas expressão e animo em como os restantes samurais se comprometiam ao dever estava cada vez mais escassa. Um ataque naquela altura, seria o ideal para atentar contra Meiji, os Rōnins pensavam que iriam existir bastantes samurais protetores de Tokyo, que não levantariam um dedo para ajudar Meiji a sobreviver e a vencer ao ataque invasor. O sinal era dado, eles mandavam pombos para fora de Tokyo, os mandavam com precaução, não queriam ser descoberto. Eles eram apenas dois Rōnins que estavam ali por opção, eles possuiam um grupo, cada um deles. Arriscavam sua vida, para oferecer ao Japão uma vida melhor.

Estava quase amanhecendo, estava tudo a dormir, encluindo os vigias. Naquele dia, naquela época, já ninguem queria saber se a cidade era invadida ou não, todos desejavam a morte do Imperador, porem ninguem se atrevia a atentar contra ela. Vários Rōnins adentravam na cidade e num alto tom, alguem gritava que a cidade estava sendo invadida. Foi uma mulher de idade já bastante avançada, Meiji acordara assim como os guardas. Na praça da cidade começava um banho de sangue, nem todos estavam lutando, nem todos os samurais que tinham o trabalho de proteger o imperador estavam ali. E os que estavam, apenas estavam porque possuiam mais medo do Imperador que dos invasores.

Corpos caiam sobre o chão, enquanto o caos se espalhava pela cidade, Meiji apenas ordenava que ele fosse protegido, que fosse encaminhado para um local secreto e seguro. Ele era acompanhado pelos seus dois melhores guardas, dois samurais bastante habilidosos e conhecidos pelas suas habilidades. Ninguém tentava sequer os desafiar para um duelo, os que haviam desafiado no passado apenas foram sujando o chão com o seu sangue. Enquanto aqueles dois estivem aptos a proteger o Imperador, seria bem dificil assassinar o tirano.

A revolução continuava e os invasores estavam a ganhar. Os defensores deixaram cair suas armas e se colocaram de joelhos, se rendiam. Pediam aos invasores para que lhes deixassem cometer o seppuku, um dos lideres da revolução se ajoelhou perto dos samurais derrotados e pronunciava palavras de esperança e de um futuro melhor, palavras de uma vida melhor. Aqueles derrotados, apenas encararam a derrota como uma vitoria, uma vitoria porque iriam conseguir ter um futuro com suas familias, uma vida melhor e mais rica em felecidade. Pegaram em suas armas e apenas se juntaram aos invasores, foram buscar suas familias e incendiavam a cidade por completo, nao queriam que aquele local existisse, apenas queriam que ardesse até às cinzas.

Os invasores concordaram com a ideia e apenas ajudaram, a cidade que era imensa, em poucos minutos estava totalmente em chamas. Tokyo que havia durado durante vários anos, uma cidade impenetrável e indestrutivel estava agora perante a ruina. Seu imperador, seu lider, apenas corria. Os dois guardas, olharam um para o outro, guardas que se conheciam à anos, que combateram juntos e protegeram as costas um do outro. Um simples olhar entre eles, e eles sabiam exatamente o que um queria dizer ao outro, ambos colocaram suas armas em mãos e um simples movimento, fatiaram e despedaçaram o Imperador. Os motivos eram claros, eles foram colocados naquela posição para defender um general, um líder, um protetor. Eles apenas estavam protegendo um cobarde.

Os invasores foram atrás do Imperador, sendo que o Imperador era o seu principal objetivo, apesar de se terem perdido e emociado pelas açoes dos defensores. Eles haviam ajudado os defensores a evacuar a cidade e a coloca-la em chamas. Assim que se encontraram com o imperador, eles viam dois homens à distancia e um outro no chão, coberto de sangue e várias amputações claras. Os dois guardas, viraram suas costas e se depararam com um pequeno exercito, tais guardas possuiam suas vestimentas e rosto cobertos de sangue. Os Rōnins viram que no chão jazia Meiji, o tirano do Japão. Os guardas agora eram convidados pelos invasores.

A missão havia sido completa, mas agora precisavam de uma casa, um lar para todos. Um dos antigos guardas de Meiji, havia tido a ideia que se dividessem e cada grupo iria para uma das pequenas vilas e juntos a tornassem numa vila maior. Para criarem um lar para todos, um lar em que todos fossem iguais e não existisse qualquer tirano ocupando um lugar. A ideia havia sido rapidamente aprovada por todos, a nova missão daquelas pessoas, o novo objetivo de vida, seria agora criarem um lar para eles próprios. Os guardas, que antigamente haviam batalhado juntos, agora se separavam. Cada um ia com o seu grupo.

Um dos grupos se movia para uma pequena vila que era assombrada pela chuva que caía constantemente sobre esta. Queriam ali morar porque a chuva para eles, iria significar o luto pelos que morreram na batalha de Tokyo, queriam honrar os mortos e fazer deles imortais. O líder elegido para aquela vila havia sido o ex-guarda de Meiji, havia sido elegido porque era o mais forte ali presente, mas nem era só por isso. Ele possuia o maior grau de liderança e oferecia confiança aos membros daquela vila. Em pouco tempo a vila se tornou grande e conhecida em todo mundo. Seu nome, Arashi. Nome que havia sido dado por todos os membros originais daquelas vila.

O outro grupo, apenas se movia para as regiões mais geladas de Tokyo. Eles se queriam tornar fortes, para que nunca mais tivessem que passar por algo como aquilo que passaram no passado. Naquela vila nevava constantemente e era totalmente abandonada. Os antigos residentes de Tokyo apenas queriam simbolizar o gelo como algo forte, queriam ter força para honrar todos aqueles que morreram na guerra e assim num futuro cada um deles se poderem proteger, queriam ser duros como o gelo. O líder eleito pela maioria havia sido, também, o antigo guarda de Meiji. Os habitantes sabiam que aquele homem lhes iriam proporcionar conselhos e melhoria de capacidades. Sabiam que ele era um bom comandante e os ajudaria a protegerem-se dos demais perigos. O nome da vila havia sido dado por todos da vila, para sempre se lembrarem do seu objetivo, seu nome, Tōketsu.
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